Outro dia, fui ao cinema assistir O amor nos tempos do cólera, filme baseado no livro homônimo e inesquecível de Gabriel García Márquez. Estava ansiosa para ver na tela o amor que li naquelas páginas, mas saí do cinema com a nítida sensação de que faltava algo que preenchesse a emoção que esperava sentir.
À primeira vista, o longa parece fiel à história central – personagens, locação, figurino –, mas não consegue alcançar (nem chega perto) a intensidade que Gabriel, com sensibilidade e talento, concede à paixão de Florentino Ariza por Firmina Daza. Ficou pequeno, muito pequeno.
Durante o jantar de ano novo, uma das colegas disse que não ia ver o filme. Ela preferia não arriscar, queria guardar o que sentiu com o livro, um dos seus preferidos. Acho que ela fez bem!

6 comentários:
poxa, mulher, agora estou cheia de dúvidas... esse é um dos meus três livros preferidos!
ver ou não ver, eis a questão...
ops, esqueci de assinar o post anterior.
é meu grazi!!!
beijocas
monica
Oi, Mo! É um dos meus também, simplesmente adorei esse livro! Foi você que me emprestou, lembra?
Ah, vai ver sim...quem sabe você tem uma experiência diferente?!
É que achei que sairia do cinema emocionada, apaixonada, como quando terminei de ler...
Grazi, eu vi o filme, sem ler o livro. Gostei do filme, mas principalmente da história, que é fantástica. Agora quero ler o livro. beijos
É mesmo uma história fantástica, Cá! Também achei que o filme foi correto com o romance, mas pouco intenso. Vc vai adorar o livro! beijocas
Ai, Grazi, esse post já tá velho! Atualiza!!!!
Beijocas (continuo com saudade).
Postar um comentário